A tecnologia brasileira está presente em diferentes etapas da cadeia do frio que sustenta a vacinação no país. Em Sorocaba (SP), equipamentos da Indrel Scientific, empresa brasileira especializada em refrigeração científica, aparecem na estrutura utilizada para a conservação de vacinas em reportagem exibida pelo TEM Notícias 1ª Edição – Sorocaba/Jundiaí, da TV TEM, afiliada da Globo.
A matéria apresenta o início da aplicação da vacina pneumocócica conjugada 20-valente, a Pneumo 20, no município. Nas imagens da rotina de armazenamento dos imunobiológicos, a presença de equipamentos Indrel também evidencia uma etapa que nem sempre é percebida pela população: antes de uma vacina chegar ao momento da aplicação, existe toda uma estrutura dedicada à manutenção das condições adequadas de conservação.
É nesse cenário que a refrigeração científica e a tecnologia desenvolvida no Brasil fazem parte da cadeia do frio.
Pneumo 20: uma nova vacina na rotina do SUS
A Pneumo 20 amplia a proteção contra diferentes sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, associada a doenças como pneumonia e meningite. Incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS), a vacina passou a integrar as estratégias de imunização e chegou também à rede municipal de Sorocaba.
A chegada de um novo imunizante às unidades de saúde, no entanto, envolve uma operação que começa muito antes da aplicação.
Entre a distribuição e o momento em que a vacina chega ao paciente, é necessário manter condições adequadas de armazenamento e conservação. É nesse percurso que entra uma estrutura essencial para os programas de imunização: a cadeia do frio.
Conservação de vacinas e a importância da cadeia do frio
Vacinas são produtos termolábeis, ou seja, sensíveis às condições de temperatura às quais são submetidas durante armazenamento e distribuição.
A cadeia do frio reúne processos, equipamentos, infraestrutura e profissionais envolvidos na manutenção das condições necessárias para a conservação desses imunobiológicos ao longo de sua jornada.
Nesse contexto, a refrigeração científica desempenha um papel importante. Diferentemente de equipamentos destinados à refrigeração convencional, soluções desenvolvidas especificamente para aplicações científicas precisam atender às particularidades de materiais sensíveis à temperatura.
Controle e acompanhamento da temperatura, sistemas de alarme, organização adequada dos insumos e procedimentos para situações de contingência fazem parte dessa operação.
Por isso, conservar uma vacina envolve muito mais do que simplesmente mantê-la refrigerada. Existe uma estrutura trabalhando continuamente nos bastidores para que as condições necessárias sejam mantidas até o momento de sua utilização.
Indrel Scientific: tecnologia brasileira para refrigeração científica

É justamente nesse cenário que a presença da Indrel Scientific nas imagens da reportagem realizada em Sorocaba ganha relevância.
A Indrel é uma empresa brasileira que desenvolve e fabrica equipamentos para refrigeração científica, utilizados na conservação de materiais sensíveis à temperatura, como vacinas, medicamentos, hemocomponentes, reagentes e amostras biológicas.
Com fábrica localizada em Londrina, no Paraná, a Indrel reúne desenvolvimento, engenharia e fabricação nacional de tecnologias voltadas às necessidades da cadeia do frio.
A presença de equipamentos desenvolvidos no Brasil em uma estrutura utilizada para conservação de vacinas demonstra, na prática, como a tecnologia brasileira está inserida na rotina das instituições de saúde.
Mais do que destacar a origem de fabricação de um equipamento, falar em tecnologia brasileira nesse contexto significa reconhecer a capacidade nacional de desenvolver soluções para operações que exigem controle, segurança e continuidade.
Tecnologia que continua sendo acompanhada depois da fabricação
O desenvolvimento de um equipamento de refrigeração científica não termina quando ele deixa a fábrica.
Na Indrel, a jornada começa na identificação da solução adequada às necessidades de cada operação e continua ao longo da vida útil do equipamento, reunindo tecnologia, capacitação, monitoramento e manutenção.
A Universidade Indrel contribui para a capacitação dos profissionais que utilizam os equipamentos. O Indrel Cloud amplia as possibilidades de monitoramento, permitindo o acompanhamento remoto das condições de operação dos equipamentos. Já o suporte técnico próprio de fábrica mantém a proximidade entre quem desenvolve a tecnologia e quem a utiliza diariamente.
Essa atuação amplia o papel da indústria: além de desenvolver e fabricar equipamentos, significa acompanhar a tecnologia ao longo de sua utilização.
Quem desenvolve a tecnologia acompanha toda a jornada do equipamento.
Tecnologia brasileira presente na cadeia do frio
A reportagem sobre a Pneumo 20 em Sorocaba registra uma situação que acontece diariamente em diferentes pontos do país: vacinas chegando às unidades de saúde e uma estrutura trabalhando para que sejam conservadas adequadamente até o momento da aplicação.
Dentro dessa estrutura, há também tecnologia desenvolvida e fabricada no Brasil.
Para a Indrel Scientific, estar presente nesse cenário reforça o papel da engenharia e da indústria brasileira no desenvolvimento de soluções para a refrigeração científica e para as necessidades da cadeia do frio.
Da fabricação ao treinamento, do monitoramento com o Indrel Cloud à manutenção, cada etapa faz parte de uma jornada que continua durante toda a vida útil do equipamento.
Porque, quando o que está armazenado é essencial para a saúde, cada etapa importa.
▶ Assista à reportagem completa do TEM Notícias no Globoplay:
https://globoplay.globo.com/v/14745089/
Indrel Scientific. Nós preservamos vidas.